Pentest

Teste de intrusão conduzido por especialista, com exploração ativa autorizada, para encontrar e provar as falhas do seu ambiente antes que um atacante real o faça.

3 tipos Web · Redes · Eng. social
CVSS 3.1 Classificação de severidade
OWASP WSTG e Top 10
Sob medida Escopo e horas por cliente
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Visão geral do serviço

O Pentest da ACT é um teste de intrusão ofensivo e controlado: o especialista assume a posição de um atacante e busca ativamente falhas exploráveis no ambiente do cliente, validando o impacto real de cada uma delas. Diferente de um scan de vulnerabilidades, aqui cada achado é confirmado manualmente, explorado dentro dos limites acordados e documentado com evidência reproduzível. O escopo é fechado em conjunto com o cliente e a carga horária é dimensionada projeto a projeto, conforme o tamanho e a criticidade do ambiente.

Pentest Web

Sites, sistemas web, portais e APIs REST/GraphQL. Testes guiados pelo OWASP WSTG e Top 10, com severidade calculada em CVSS 3.1.

Pentest de Redes

Hosts, servidores, serviços expostos e Active Directory na rede local. Enumeração, exploração, escalonamento de privilégio e movimentação lateral.

Engenharia Social

Fator humano: campanhas de phishing, pretexting e contato direcionado, com métricas agregadas de exposição e resposta da equipe.

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Modalidades de abordagem

A abordagem define quanto o pentester sabe do ambiente antes de começar, o que muda diretamente a profundidade dos achados e o tempo necessário. A escolha é feita com o cliente na etapa de escopo.

Modalidade Informação disponível O que simula e onde se aplica
Black box Nenhuma, apenas o alvo definido no escopo Atacante externo sem qualquer conhecimento prévio. Mede a exposição real da superfície de ataque
Gray box Credenciais de usuário comum e/ou informações parciais do ambiente Usuário legítimo ou atacante que já obteve um acesso inicial. Melhor relação profundidade/tempo na maioria dos projetos
White box Acesso completo: documentação, arquitetura, credenciais privilegiadas e código-fonte quando aplicável Análise máxima de cobertura, com foco em encontrar o maior número de falhas no menor tempo
Interno autenticado Ponto de rede e/ou host cedido pelo cliente dentro do ambiente Insider ou estação já comprometida. Aplicado ao pentest de redes locais

Modalidades podem ser combinadas em um mesmo projeto: por exemplo, uma fase black box externa seguida de uma fase autenticada interna.

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Pentest Web: escopo técnico

Testes em sites, sistemas web, portais autenticados e APIs, conduzidos com base no OWASP Web Security Testing Guide (WSTG) e classificados por CVSS 3.1. As classes abaixo compõem a bateria padrão; a cobertura efetiva depende do escopo e da carga horária contratada.

Classe de vulnerabilidade O que é testado
Controle de acesso quebrado IDOR/BOLA, escalonamento horizontal e vertical de privilégio, funções administrativas acessíveis por usuário comum, bypass de autorização por manipulação de parâmetro
Injeção SQL Injection e NoSQL Injection, injeção de comandos de sistema operacional, LDAP, XPath e Server-Side Template Injection (SSTI)
Cross-Site Scripting (XSS) Refletido, armazenado e baseado em DOM, com avaliação de impacto sobre sessão e dados do usuário
Autenticação e sessão Força bruta e credential stuffing, política de senha, bypass e enfraquecimento de MFA, fixação e invalidação de sessão, atributos de cookie, manipulação e assinatura de tokens JWT
Falhas criptográficas Configuração de TLS e cifras, dados sensíveis em trânsito e em repouso, uso de algoritmos obsoletos, exposição de segredos na aplicação
Configuração incorreta Cabeçalhos de segurança, métodos HTTP permitidos, listagem de diretórios, mensagens de erro verbosas, CORS permissivo, painéis e interfaces administrativas expostas
SSRF e requisições forjadas Server-Side Request Forgery, acesso a recursos internos e metadados de nuvem, Cross-Site Request Forgery (CSRF)
Upload e manipulação de arquivos Validação de tipo e conteúdo, path traversal, LFI/RFI e caminhos que levem à execução remota de código
Lógica de negócio Burla de fluxos, manipulação de preço, quantidade e etapas, condições de corrida, abuso de funcionalidades legítimas
APIs REST e GraphQL Autenticação e autorização por endpoint, BOLA/BFLA, mass assignment, introspecção habilitada, consultas aninhadas abusivas, ausência de rate limiting
Componentes e dependências Tecnologias e bibliotecas desatualizadas, versões com CVEs conhecidas e exploráveis no contexto da aplicação
Exposição de informação Metadados, arquivos de backup, repositórios expostos, comentários e artefatos de desenvolvimento, enumeração de usuários

Todo achado automatizado é validado manualmente antes de entrar no relatório: falsos positivos não são reportados como vulnerabilidade.

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Pentest de Redes (local): escopo técnico

Teste de intrusão sobre a infraestrutura interna: identificação dos hosts e serviços em atividade, exploração das falhas encontradas e avaliação do quão longe um atacante chegaria a partir de um ponto dentro da rede. As técnicas empregadas são mapeadas contra o MITRE ATT&CK, permitindo ao cliente correlacionar os achados com a própria capacidade de detecção.

Frente de teste O que é testado
Descoberta e mapeamento Varredura de hosts ativos, portas, serviços e versões; identificação de sistemas operacionais e de ativos não inventariados pela equipe de TI
Vulnerabilidades de serviço Serviços desatualizados ou com CVEs exploráveis, protocolos legados (SMBv1, Telnet, FTP), RDP e RPC expostos, serviços em execução com configuração insegura
Active Directory Enumeração de domínio, usuários e grupos; Kerberoasting e AS-REP Roasting; ACLs e delegações inseguras; relações de confiança; caminhos de ataque até privilégios de administrador de domínio
Credenciais e autenticação Senhas padrão, fracas e reutilizadas; contas de serviço com privilégio excessivo; captura de credenciais por envenenamento de LLMNR/NBT-NS/mDNS e relay de autenticação SMB
Escalonamento de privilégio Escalonamento local em estações e servidores Windows e Linux: permissões incorretas, serviços vulneráveis, tarefas agendadas, binários e configurações mal aplicadas
Movimentação lateral Pivoting entre hosts, reuso de credenciais e sessões, alcance a partir de um ativo comprometido: dentro do limite autorizado no escopo
Segmentação de rede Validação do isolamento entre VLANs, redes de visitantes, ambientes produtivos e segmentos administrativos
Compartilhamentos e dados Compartilhamentos de rede acessíveis, permissões excessivas e exposição de dados sensíveis a usuários não autorizados
Superfície interna exposta Interfaces de gerenciamento, impressoras, câmeras, dispositivos IoT, consoles e painéis acessíveis sem autenticação adequada
Hardening de endpoints Avaliação da postura de estações e servidores: atualizações, políticas locais, controles de segurança ativos e sua efetividade contra as técnicas aplicadas

O alcance da pós-exploração (persistência, lateralização e profundidade) é sempre limitado ao que foi autorizado no termo de escopo.

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Engenharia Social: escopo técnico

Avaliação do elo humano da segurança: em vez de atacar apenas sistemas, o teste mede como as pessoas da organização reagem a tentativas reais de manipulação e se o incidente é percebido e reportado.

Vetores aplicados

  • Campanhas de phishing por e-mail, com página de captura controlada
  • Pretexting: contato com pretexto construído a partir do contexto real da empresa
  • Abordagem por telefone e por mensagem, conforme autorização
  • OSINT prévio: coleta de informações públicas para embasar o cenário

Métricas entregues

  • Taxa de abertura e de clique na campanha
  • Taxa de submissão de credenciais
  • Tempo até o primeiro reporte ao time de TI
  • Percentual de colaboradores que identificaram e reportaram o ataque

Resultado agregado, não exposição individual.

O objetivo do teste é medir a maturidade da organização e orientar conscientização: os resultados são apresentados de forma consolidada. Nenhuma credencial capturada é utilizada além da comprovação do vetor, e todas são descartadas ao fim do projeto.

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Metodologia e classificação de risco

Cada vulnerabilidade encontrada recebe uma nota calculada em CVSS 3.1 (Common Vulnerability Scoring System), com o vetor completo registrado no relatório para que o cliente possa auditar a pontuação. A severidade resultante orienta a prioridade de correção.

Severidade Faixa CVSS 3.1 Leitura prática
Crítica 9.0 – 10.0 Comprometimento direto do ambiente ou dos dados; exige ação imediata
Alta 7.0 – 8.9 Impacto severo e exploração viável; correção prioritária
Média 4.0 – 6.9 Impacto relevante, geralmente dependente de pré-condições ou encadeamento
Baixa 0.1 – 3.9 Impacto limitado; correção planejada dentro do ciclo normal
Informativa 0.0 Observação de boa prática ou de endurecimento, sem risco direto associado
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Frameworks e execução dos testes

Frameworks de referência

  • OWASP WSTG: roteiro de testes do pentest web
  • OWASP Top 10: categorização dos riscos mais críticos
  • CVSS 3.1: cálculo de nota e severidade dos achados
  • MITRE ATT&CK: mapeamento das técnicas no pentest de redes

Execução manual, apoio automatizado

  • Ferramentas comerciais e open source usadas como apoio à descoberta
  • Validação manual obrigatória de todo achado antes de reportar
  • Eliminação de falsos positivos: o relatório traz apenas o confirmado
  • Encadeamento de falhas para demonstrar o impacto real, e não apenas a existência isolada
  • Testes exploratórios de lógica de negócio, que nenhum scanner cobre

Outros frameworks podem ser adotados no relatório mediante solicitação do cliente.

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Ciclo do projeto

O projeto segue fases definidas, com começo e fim acordados. Nada é executado antes da formalização do escopo e da autorização por escrito.

  1. 1

    Definição de escopo

    Levantamento dos alvos, domínios, faixas de rede e sistemas; dimensionamento da carga horária conforme a realidade do cliente

  2. 2

    Autorização e NDA

    Assinatura do termo de autorização dos testes e do acordo de confidencialidade antes de qualquer atividade técnica

  3. 3

    Kickoff

    Alinhamento das regras de engajamento, janelas de teste, contatos de emergência e entrega de credenciais nas modalidades gray e white box

  4. 4

    Reconhecimento

    Coleta de informações e mapeamento da superfície de ataque dentro do escopo autorizado

  5. 5

    Enumeração e análise

    Identificação de serviços, tecnologias, pontos de entrada e vulnerabilidades candidatas

  6. 6

    Exploração

    Validação prática das falhas, com comprovação de impacto real e coleta de evidências

  7. 7

    Pós-exploração

    Avaliação do alcance obtido, escalonamento, lateralização e acesso a dados, restrita ao limite autorizado

  8. 8

    Relatório

    Consolidação dos achados, classificação CVSS 3.1, evidências passo a passo e medidas de remediação

  9. 9

    Apresentação

    Reunião de apresentação do relatório, com leitura dos riscos, prioridades e esclarecimento técnico junto às equipes do cliente

  10. 10

    Reteste

    Nova validação das falhas corrigidas, quando previsto em contrato

A fase de reteste é opcional e definida conforme a preferência do cliente na contratação.

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Regras de engajamento e limites

Pentest é uma atividade ofensiva conduzida dentro de limites rígidos. As regras abaixo valem para todas as três linhas de serviço e são formalizadas antes do início dos trabalhos.

O que fazemos

  • Exploração ativa autorizada, para comprovar o impacto real e não apenas apontar indícios
  • Execução exclusivamente dentro da janela de testes acordada com o cliente
  • Atuação restrita aos alvos listados no termo de escopo
  • Registro de toda atividade executada, para rastreabilidade posterior

Limites observados

  • Testes de negação de serviço (DoS) só ocorrem mediante comunicação e autorização prévia específica
  • Nenhum alvo fora do escopo é testado, mesmo que acessível durante os trabalhos
  • Ações destrutivas ou de indisponibilidade não autorizadas não são executadas
  • Dados sensíveis são acessados apenas na medida necessária para comprovar o impacto
  • Acessos, artefatos e credenciais obtidos são removidos ou descartados ao fim do projeto

Sobre testes em ambiente produtivo.

Quando o teste ocorre em produção, existe risco inerente de instabilidade em sistemas frágeis ou mal dimensionados. Por isso a janela de testes, os contatos de emergência e o procedimento de interrupção imediata são definidos no kickoff: a execução pode ser suspensa a qualquer momento a pedido do cliente.

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Especificações

Formato e entrega Relatório em PDF, enviado por e-mail ao término do projeto
Sumário executivo Visão de risco de negócio, panorama geral do ambiente e distribuição dos achados por severidade
Relatório técnico Detalhamento individual de cada vulnerabilidade: descrição, localização, nota e vetor CVSS 3.1, severidade e impacto
Evidências e PoC Provas de conceito com passo a passo de reprodução, capturas de tela e requisições/respostas relevantes
Remediação Medidas de correção recomendadas para cada falha; a escolha da abordagem de implementação permanece com o cliente
Apresentação Reunião de apresentação dos resultados com o pentester responsável pelo projeto
Reteste Emissão de relatório de reteste após as correções, quando previsto em contrato
Adaptação de frameworks O relatório pode ser adequado a outro framework ou norma exigida pelo cliente, mediante alinhamento prévio

Distribuição restrita por definição.

O relatório circula exclusivamente entre o pentester responsável pelo projeto e as pessoas nominalmente indicadas pelo cliente para recebê-lo. Nenhum dado, evidência ou informação do ambiente é compartilhado fora dessa lista, e todo o material coletado durante os testes é tratado sob acordo de confidencialidade.

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